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GDF e o setor produtivo local receberam fundadores do Web Summit nesta sexta (19) e reafirmam vontade de sediar conferência em 2023

Foto: Renato Alves.

A recepção começou no Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, passou pelo Ginásio Poliesportivo Nilson Nelson e, no final da tarde desta sexta-feira (19), chegou à região central da cidade, na Torre de TV. Na apresentação de Brasília, candidata à sede na América Latina da maior conferência de tecnologia e inovação do mundo, representantes do Governo do Distrito Federal (GDF) e do setor produtivo receberam a comitiva de organizadores da Web Summit.

Representantes do GDF e do setor produtivo receberam a comitiva de organizadores da Web Summit| Fotos: Renato Alves/Agência Brasília

A escolha da cidade e do local é um dos primeiros passos para a realização de uma conferência dessa magnitude. Depois que a cidade se candidata, ocorre uma visita presencial, de inspeção técnica – que foi o que Patrick Cosgrave, diretor executivo do evento e comitiva vieram fazer em Brasília. Na ocasião, são verificadas as condições preliminares requeridas ao local-sede, como aeroportuária, hospitalidade, acessibilidade e logística – uma espécie de confirmação das imagens de internet, vídeos e apresentações realizadas por ocasião da candidatura.

Brasília é realmente muito interessante, uma cidade única que queremos conhecerPatrick Cosgrave, diretor executivo da Web Summit

São observados onde estão localizados os hotéis, a distância da região hoteleira até o aeroporto, o deslocamento ao local do evento, e das proximidades com shopping centers e áreas para alimentação e entretenimento. Também são observados os fatores segurança e as facilidades no destino, além da riqueza e maturidade do ecossistema de tecnologia e inovação da cidade.

"É fato de que o DF tem condições elegíveis para sediar o evento, abriga uma excelente rede hoteleira, possui amplos espaços para sediar o evento e, principalmente, possui um ecossistema de tecnologia e inovação à altura do Web Summit", afirmou o secretário de Ciência e Tecnologia do DF, Gilvan Máximo.

CEO e idealizador do evento – já sediado em Toronto, no Canadá, em Hong Kong, na China, e, no início do mês, em Lisboa, Portugal -, Patrick Cosgrave começou a ver de perto as vantagens de trazer para o DF a conferência responsável por movimentar, só este ano, cerca € 300 milhões na edição portuguesa, com mais de 50 mil participantes. "Brasília é realmente muito interessante, uma cidade única que queremos conhecer", disse ele, do alto do mirante da Torre de TV. Confira o vídeo:

Mais visitas no sábado
Neste sábado (20), a comitiva da Web Summit vai conhecer o Parque Tecnológico de Brasília (Biotich) e o pavilhão de exposições do Parque da Cidade D. Sarah Kubitschek. "O Parque é a cereja no bolo. Criamos um fundo imobiliário que pode chegar a R$ 6 bilhões para desenvolvimento do novo Distrito de Inovação e Tecnologia. Nossa capital é um museu a céu aberto, segura e com uma economia pujante", ressaltou o presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa.

O setor produtivo de Brasília anda animado com a expectativa da capital sediar a Web Summit a partir de 2023. Ricardo Caldas é presidente do Sindicato das Indústrias da Informação do DF e espera que a economia seja fomentada, com geração de emprego e renda. "Nosso setor está carente pela falta de eventos de grande porte como esse no Brasil. Será bem importante, tanto para a indústria, quanto para o comércio e o setor de serviços a exposição dos nossos produtos", aposta.

A exposição dedicada aos quadros do artista Gustavo Tomé ficará disponível na área externa do restaurante


No próximo dia 18, quinta-feira, o Peccato Empório Bistrô estará promovendo um vernissage do designer e artista visual Gustavo Tomé na área externa do estabelecimento, tornando o ambiente ainda mais sofisticado e aconchegante. Unindo arte e gastronomia, a exposição estará disponível para ser contemplada a partir das 19h para todos os clientes que comparecerem na data. Todas as obras estarão à venda e depois seguem para exposição em galerias da cidade. 


Para o Chef Gustavo Gracindo, proprietário do Peccato, além de contribuir para aguçar o "paladar" cultural de todos que estiverem presentes, o vernissage será uma ótima oportunidade para aqueles que sabem apreciar a arte e uma bela refeição. “Por ser um artista aclamado pelo público e pela crítica especializada, acredito que a exposição terá muito a acrescentar na atmosfera do restaurante”, destaca o chef.


Representado pela galeria de artes Tricera, em Tokyo, Gustavo Tomé se consagrou no ramo artístico por difundir narrativas históricas com as relações de poder que vigoram no contexto social. Utilizando de cores chamativas e vibrantes para compor temáticas latinas repletas de simbolismos e metáforas, o artista transita entre o concreto e o abstrato ao se inspirar em ícones como Basquiat, Caravaggio e Edward Hopper. Para Tomé, assim como a comida, a arte propõe a reflexão para todos aqueles que a consomem.


Sobre o Peccato Empório Bistrô - Pense em um lugar aconchegante, bem arejado, com um bom atendimento e com uma comida para comer de joelhos. Este é o Peccato. Com o conceito de poesia picante, a casa trabalha sempre com produtos artesanais de alta qualidade. Como todo Bistrô de vanguarda, o cardápio está sempre com novas criações e sabores, sem esquecer os clássicos que nunca saem do cardápio. 


Os clientes podem apreciar os pratos especiais no almoço e no jantar, além de um empório exclusivo para surpreender os mais exigentes paladares. O local ainda conta com uma ótima carta de vinhos para harmonizar perfeitamente com os pratos e entradas. O bistrô, que passou a funcionar na 115 norte, conta também com carnes nobre na parilla, além dos pratos criados pelo chef Gustavo Gracindo e já consolidados no cardápio.


SERVIÇO

Vernissage de Gustavo Tomé no Peccato Empório Bistrô

Data: 18/11, quinta-feira

Horário: 19h

Endereço: CLN 115, bloco C, loja 41. Asa Norte, Brasília DF. (Antigo “Bartô”)

Instagram: @peccato_bistro




Rafaela Dalbem*


Já tinha passado do meio de outubro quando o Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgou o lançamento do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Para quem não conhece a publicação, o anuário organiza informações que são fornecidas por fontes oficiais da Segurança Pública (em diversas esferas) e, no documento desse ano, aquilo que os movimentos sociais vêm dizendo há tempos se concretizou mais uma vez: a população jovem (com menos de 35 anos), masculina e negra é a que mais sofre com violência intencional (e institucional) no Brasil. Um dado que choca, mas não surpreende se você está minimamente ligado nas notícias.

Lendo o título e o primeiro parágrafo do texto, imagino que você deva estar preparado para um texto que vai dissecar os tipos de racismos, as estatísticas de violência no país e escancarar estereótipos que há muito tempo não são mais aceitáveis. Certo? Espero que não... Para evidenciar o período de propaganda da consciência negra que se avizinha (ou já está por aí), resolvi ir por outro lado e trazer uma prática que aplicava com meus alunos do 8º ano do Ensino Fundamental.

Por conta de traquejo pedagógico, antes de fazer outros apontamentos, quero saber se você conhece o termo afrofuturismo. Veja bem, preciso de antemão dizer que não sou especialista no assunto, mas, de maneira muito objetiva (e, portanto, passiva de generalizações em exagero), afrofuturismo é a ideia fantástica de considerar os negros no futuro. Essa corrente que tem uma forte pegada estética surgiu da hipótese de falta de presença negra no futuro – e essa hipótese é baseada em dados, do presente e do passado, das populações negras (e eu realmente torço para que você não esteja esperando que nesse momento eu descreva sobre os males da colonização e suas heranças, estou partindo do princípio de que você já sabe sobre isso ou vai pesquisar por si). Mas, enfim, é isso mesmo, afrofuturismo é um conjunto estético que influencia na música, na literatura, no cinema e na moda, levando em consideração a diáspora africana e, consequentemente, muito de suas tradições.

Nomes e títulos do âmbito internacional são Sun Ra, Octavia Butler, HQ do Pantera Negra (Marvel), Erykah Badu, Jannelle Monáe, Beyoncé, o duo Ibeyi e Rihanna. No Brasil ,temos a valorização da estética africana e suas tradições na obra de Elza Soares, Xênia França, Conceição Evaristo, Ale Santos e Fábio Kabral (e vários mais).

Uma das coisas mais legais que li até agora sobre o termo veio da repórter Rebeca Oliveira, quando ela escreve que “mais do que uma corrente estética e cultural, o afrofuturismo vem para mostrar utopias possíveis para o povo preto”. Essa frase, justamente por conter a contradição de “utopias possíveis”, fez com que eu me lembrasse especificamente de um trabalho realizado com algumas turmas de 8º ano, quando, ao ser responsável pelo conteúdo de Geografia da África, buscava não contar apenas uma geografia daquele continente (e aqui estou numa paráfrase escancarada do vídeo “O perigo de uma história única”, da nigeriana Chimamanda Adichie). Naquele período em que estava em sala eu não conhecia o termo que trouxe nos parágrafos anteriores, mas buscava fontes que falassem em outras direções daquelas que estavam expostas no dia a dia. Sabe por quê? Mostrar outros lados ajuda na ponderação e na alteridade. Qualidades fundamentais para gerar, de fato, consciência.

É claro que não vou descrever aqui o trabalho que era feito com os alunos, não tem espaço pra isso, mas se quiser mais nomes para ajudar a desenvolver a sua consciência negra, que tal começar por conhecer as pessoas e as obras de Ondjaki, Chimamanda Adichie, Chinua Achebe, Paulina Chiziane, Mia Couto, Pepetela, Ayaan Hirsi Ali, Immaculée Ilibagiza, Ishmael Beah, Wole Soyinka, Nadine Gordimer e Futhi Nstshingila?

 

*Rafaela Dalbem é assessora de Geografia do Sistema Positivo de Ensino.

Livros, revistas e gibis passam a ser enviados aos canteiros das construtoras A.Yoshii e Yticon
Crédito: Divulgação Instituto A.Yoshii

"Canteiro da Leitura" busca estimular o hábito de ler entre os colaboradores e familiares

A desigualdade econômica e social é um problema crônico no país e manifesta-se diretamente em direitos básicos de cidadania, como acesso aos livros literários e pedagógicos. Esse histórico negativo reflete em diversos problemas, tais como analfabetismo funcional e baixo índice de leitura. Tanto é que a 5.ª edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, realizada pelo Instituto Pró-Livro (IPL), já indicava que a quantidade de leitores no país caiu de 56% em 2015 para 52% em 2019. “Leitor”, de acordo com a definição da pesquisa, é quem leu pelo menos um livro, inteiro ou em partes, nos últimos três meses. Já “não leitor” é quem declarou não ter lido nenhum livro nos últimos três meses. O estudo é feito a cada quatro anos, desde 2007.

Para minimizar as mazelas histórico-sociais do país, existem iniciativas como o “Canteiro da Leitura”, projeto do Instituto A.Yoshii, braço social do Grupo A.Yoshii, que leva kits de livros, revistas e gibis aos canteiros das construtoras A.Yoshii e Yticon, como forma de incentivar o hábito da leitura entre os colaboradores e seus familiares, já que as publicações podem ser levadas para casa. O projeto, lançado em julho deste ano, marca os 15 anos da entidade que, ao longo da sua trajetória, vem desenvolvendo ações em prol da educação, cultura e meio ambiente, e já beneficiou mais de 20 mil pessoas, entre crianças e adultos.

De acordo com o presidente do Instituto, Aparecido Siqueira, a ideia do projeto é disponibilizar um ambiente atrativo e aconchegante, onde os colaboradores têm acesso a livros e revistas selecionados especialmente para as realidades profissional e pessoal de cada um deles. “O projeto não é itinerante e permanece no local durante toda a execução da obra, até sua entrega”, destaca, lembrando que, no momento, o projeto está no segundo empreendimento do Grupo A.Yoshii, no canteiro de obras do Enjoy. Neste momento, cerca de 150 colaboradores vão poder usufruir dos livros.

O projeto

O projeto “Canteiro da Leitura” disponibiliza livros de temas como gestão, autoajuda, esportes e religião para os colaboradores que estão trabalhando na obra do empreendimento. O espaço é amplo, arejado e todos os mobiliários foram desenvolvidos a partir de resíduos da construção, reafirmando o compromisso do Instituto A.Yoshii com a sustentabilidade, já que também tem ações com esse foco. A ideia com o projeto é, com o tempo, contemplar os colaboradores de todas as obras do Grupo, incluindo os empreendimentos residenciais, corporativos e industriais.

 

Sobre a Yticon Construção e Incorporação

A Yticon é uma construtora e incorporadora que atua há mais de dez anos nas cidades de Londrina, Maringá e Cambé, no Paraná, e Presidente Prudente, em São Paulo. A empresa do Grupo A.Yoshii desenvolve empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização, especialmente para quem quer conquistar o primeiro imóvel. A Yticon já construiu mais de 5,5 mil unidades, com 22 obras concluídas e todas entregues rigorosamente no prazo, somando mais de 550 mil metros quadrados de área construída. Mais informações: www.yticon.com.br.

 

Sobre o Instituto A.Yoshii

Fundada em 2006, a entidade sem fins lucrativos promove ações solidárias ligadas à educação, meio ambiente e cultura, em busca de resultados com impacto social positivo. Ao longo dos 15 anos de atuação, o Instituto A.Yoshii promoveu diversas iniciativas voltadas a mulheres e jovens em situação de vulnerabilidade econômica-social, minimização de impactos no meio ambiente e democratização do acesso à cultura e educação. Em 2020, o Instituto foi reconhecido pelo quinto ano consecutivo com o Selo Sesi ODS, como uma das principais organizações que trabalham em prol dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU. Mais informações: https://www.institutoayoshii.org.br

 

Sobre o Grupo A.Yoshii

Fundado há mais de 55 anos, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de metros quadrados do Sul ao Nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, que realiza empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização em municípios do Paraná; e pelo Instituto A.Yoshii, voltado para a inserção social e a democratização cultural. Além disso, atua em Obras Corporativas, atendendo grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros. Mais informações: www.ayoshii.com.br.


Micheline Castelli de Souza*


Não se acomodar diante dos problemas, aprender sobre resiliência, ter autonomia, saber tomar decisões, além de organização, planejamento e coragem fazem parte de um novo estilo de se viver. A educação empreendedora não visa apenas formar futuros criadores de negócios, mas desenvolver a criatividade, a colaboração e a possibilidade de solucionar problemas que acontecem no dia a dia de todos nós.

A instituição de ensino tem um papel fundamental na história dos grandes empreendedores que percorreram o caminho da inovação, principalmente quando o assunto é tecnologia – basta voltarmos o nosso olhar ao Vale do Silício e à universidade de ponta que é a Stanford, base firme sustentando o que acontece por lá.

Desenvolver as soft skills do profissional do futuro com vistas aos novos desafios sob a perspectiva do empreendedorismo, das inovações tecnológicas e dos desdobramentos da globalização, sim, é papel da escola, também. Promover transformações no mundo por meio do empreendedorismo social, por experiências no ambiente escolar, pelas práticas e atividades inovadoras que irão possibilitar as competências essenciais para enfrentar os desafios contemporâneos da vida, sim, é papel da educação.

É certo que o interesse dos jovens brasileiros em seguir carreira em uma startup não para de crescer. Segundo pesquisa de mercado da Spry, em 2019, 37% dos estudantes no país possuem interesse real em seguir na área. Eles veem no empreendedorismo chances de carreiras com maior desenvolvimento profissional, aliado a bons salários e maior qualidade de vida.

Pensar “fora da caixa” ou ter ideias não é algo mágico ou talento nato de alguns. É a prática da inovação, o entendimento de como se tem ideias e de como se pode melhorá-las, tirá-las do papel e se destacar com a chance de fazer, de colocar em prática seu olhar para o mundo e sob outras óticas, criar soluções diversas.

Novos modelos de negócios são criados a todo momento e a demanda on-line cresce aceleradamente. Dessa forma, o empreendedorismo digital deve ser adepto das ferramentas mais modernas e robustas disponíveis atualmente para atender à demanda com eficiência nesse modelo. É fundamental entender que o objetivo principal do empreendedor digital é oferecer escalabilidade ao interagir com diferentes setores do próprio negócio.

Quando pensamos em empreendedorismo digital, é comum relacionarmos a negócios de grande visibilidade, como Google, Amazon, Facebook, entre muitos outros, e essa linha de pensamento não está errada. Porém, não são apenas os casos mais famosos que merecem destaque porque a forma de fazer negócios mudou em praticamente todos os setores. Escolher um nicho de mercado e se aventurar no digital abrange uma infinidade de alternativas, do antigo e-commerce, atuais infoprodutos, à crescente importância da inteligência artificial e do pensamento sustentável.

Outro viés muito importante da educação empreendedora é a aprendizagem por meio dos erros, prototipação e correção num looping constante de melhorias, desmistificando a cultura de que errar é sinônimo de derrota, mas sim, pelo contrário, requer coragem, resiliência e aprendizado. O desenvolvimento de novas tecnologias e a criação de produtos e serviços de valor para o mercado de consumo dependem diretamente da desmistificação dessa cultura, e a educação empreendedora trabalha exatamente dessa forma. Das boas ideias fomentadas pela criatividade aos pilares da inovação!

Buscar soluções reais para problemas reais de forma inovadora, aliando o empreendedorismo social, a sustentabilidade e a tecnologia, é uma tendência forte para o futuro dos jovens engajados e com propósito de um mundo melhor para todos. Conhecer as formas de alavancar soluções inovadoras escaláveis é atrativo e engajador, afinal de contas, empreender é para todos e a conexão com o futuro começa agora!

*Micheline Castelli de Souza, assessora pedagógica no Centro de Inovação Pedagógica, Pesquisa e Desenvolvimento dos colégios do Grupo Positivo - CIPP e professora de Projeto de Vida e Tecnologia e Inovação nos colégios do Grupo Positivo.

Fernando Menegat*


Foi publicada, no  dia 26/10/2021, a Lei n.º 14.230/2021, que altera sensivelmente os dispositivos da Lei n.º 8.429/92, conferindo novo regime às ações ajuizadas para sanção de atos de improbidade administrativa no Brasil.

Muitas normas da novel legislação merecem destaque – certamente, todas serão alvos de intensa produção acadêmica. Neste texto, pretende-se enfocar apenas a discussão intertemporal que naturalmente decorre de toda e qualquer regulamentação legal inédita: as novas regras valem para ações de improbidade já ajuizadas?

Em primeiro lugar, em relação às normas da Lei n.º 14.230/2021, (doravante a “nova” LIA) que carregam conteúdo processual – tais como a reformulação dos artigos 16, 17 e 18 da lei original, e a inclusão de dispositivos como os arts. 17-C e 18-A –, é evidente sua aplicabilidade imediata a todo e qualquer processo em curso, no estágio em que se encontra o feito e desde que respeitados os atos já realizados e os efeitos por eles produzidos sob o regime da legislação anterior. Trata-se, afinal, de entendimento jurisprudencial já consagrado, e positivado no art. 14 do CPC.

De outro lado, a discussão mais problemática parece mesmo residir nas normas da nova LIA (Lei de Improbidade Administrativa), de conteúdo material, ou seja, que tratam dos critérios para configuração dos atos de improbidade, das regras de sancionamento, dos prazos prescricionais, etc. Anteveem-se muitas discussões na doutrina, na jurisprudência e nos órgãos de controle acerca de tal ponto.

Para esses casos, em nossa visão e sem rodeios, a “metanorma” do art. 1.º, §4.º da Lei n.º 8.429/92, na Emerson Tormann conferida pela nova lei, traz resposta clara e inequívoca, ao afirmar: “Aplicam-se ao sistema da improbidade disciplinado nesta Lei os princípios constitucionais do direito administrativo sancionador.

Ora, à medida que o sistema de improbidade passa a estar expressamente enquadrado na moldura do Direito Administrativo Sancionador, os princípios e as regras deste sub-ramo do Direito Administrativo têm incidência inequívoca e obrigatória na interpretação e aplicação da nova LIA. E, dentre esses princípios está, justamente ao lado de outros como a vedação ao bis in idem e o dever de proporcionalidade das sanções, a retroatividade da norma sancionatória mais benéfica, extraída de analogia com o Direito Penal, outro ramo do Direito acostumado com reflexões de índole sancionatória[1].

É dizer: na esteira do regime jurídico do Direito Administrativo Sancionador, aplicável expressamente à nova LIA por força do art. 1.º, §4.º da atual Lei de Improbidade Administrativa, normas materiais que regem a improbidade administrativa devem retroagir e incidir desde já às ações em curso sempre que mais favoráveis à esfera do réu. Conjugada com a interpretação da cláusula do due process, que amplia analogicamente o substrato de incidência da garantia fundamental consagrada no art. 5.º, inciso XL da Constituição, a norma do art. 1.º, §4.º da nova LIA torna assente de dúvidas (mais do que isso, torna cogente) a incidência do princípio da retroatividade em matéria de improbidade.

Tal conclusão torna, por exemplo, imediatamente aplicáveis aos processos de improbidade em trâmite, as redações conferidas pela nova lei aos artigos 1.º, 3.º, 9.º, 10, 11 e 12 da Lei n.º 8.429/92, visto que a novel regulamentação de tais artigos é, claramente, mais benéfica aos acusados por improbidade.

Vale consignar que, se há ou não exageros (para um ou outro lado) em dispositivos da nova LIA, trata-se de ponto que não é aqui alvo de enfoque – o presente artigo não pretende tecer comentários gerais à novel regulamentação. O que se quer afirmar é que, se o Direito Administrativo Sancionador efetivamente configura microssistema aplicável à interpretação e aplicação da nova LIA, então, o princípio da retroatividade da norma sancionatória mais benéfica deve incidir, e todos os dispositivos da lei posterior que forem tidos por mais benéficos (quer sejam reputados extravagantes ou não) devem atingir os casos ajuizados. Críticas ao conteúdo de tais normas materiais podem existir, e devem ser formuladas nas vias processuais cabíveis; no entanto, o fato de não se concordar com o conteúdo de uma norma não pode impedir sua aplicabilidade imediata, quando o ordenamento expressamente orienta que assim o seja.

Em verdade, o desfecho acerca do ponto ora problematizado configura importante prova de fogo acerca da maturidade teórico-prática do Direito Administrativo Sancionador no Brasil: ou tal ramo está consolidado, e bem assim seus princípios e regras setoriais conformam regime jurídico incidente e cogente; ou o “DAS” ainda pende de sistematização e de ser encarado com a seriedade que merece, e seguirá sendo alvo mais de discussões teóricas do que de efetiva implementação na realidade.  

Fernando Menegat, advogado em Curitiba/PR, Doutorando em Direito Administrativo na USP, Mestre e Graduado em Direito na UFPR, Professor de Direito Administrativo da Universidade Positivo (Curitiba/PR).

Quando surge algum problema em condomínios, moradores, proprietários, construtoras, imobiliárias, arquitetos e síndicos entram em uma verdadeira disputa para descobrir e apontar o responsável pelo dano. Esse tema tem sido recorrente na área de Direito Imobiliário. De acordo com a doutora em Engenharia da Construção e professora nos eixos de Materiais e Construção Civil do curso de Engenharia Civil da Universidade Positivo, Ana Paula Brandão Capraro, vícios construtivos são anomalias, defeitos ou imperfeições encontradas em um imóvel, que afetam o uso dele e comprometem a finalidade para a qual se destina, seja residencial, comercial, órgão público etc. 

Esses vícios decorrem, necessariamente, de falhas no projeto ou na execução da edificação, sendo assim, nem toda anomalia é um vício construtivo, haja vista que a falta de manutenção, por exemplo, também é responsável pelo surgimento de manifestações patológicas, isto é, deslocamento de revestimentos internos, destacamento de revestimento de fachadas e infiltrações provocadas por falhas nos sistemas de impermeabilização e vedação. Os vícios são classificados como aparentes (falhas construtivas evidentes, que podem ser identificadas imediatamente, como, por exemplo, um vidro quebrado) e ocultos (falhas em que a identificação ocorre durante o uso do imóvel, como infiltrações ou vazamentos de água.

Cabe lembrar que nem todo vício que aparece no imóvel é de ordem construtiva. “Só são considerados vícios construtivos aqueles que vêm de uma falha no projeto, dos materiais que foram utilizados na obra, e até de uma determinada metodologia aplicada no processo. Para quem vai adquirir o imóvel, esses defeitos significam a depreciação do imóvel, e, muitas vezes, um perigo para o proprietário”, afirma a professora. "É importante ressaltar que o profissional responsável pela construção, assim como o projetista da mesma, deve dar a devida importância às boas práticas na execução", ressalta.

De acordo com o coordenador de Qualidade e Assistência Técnica da Prestes Construtora, Erick Pires Navarro, os principais pilares das boas práticas são a segurança dos trabalhadores e o foco no cliente. "Para mitigar os vícios construtivos, é imprescindível melhorar a qualidade da obra, sem interferir no prazo e custo de construção, com incremento à segurança", afirma.

Segundo ele, além da qualidade no atendimento ao cliente, a Prestes realiza um trabalho de retroalimentação das áreas envolvidas, por meio de uma equipe motivada, engajada e qualificada para evitar retrabalhos, aplicando tecnologias de gestão e de construção, desde o primeiro contato com o cliente até a entrega das chaves. "Para garantir a qualidade real da obra, são realizadas inspeções de serviços, aferições, auditorias periódicas, entre outras medidas como gestão de qualidade, controle de tecnologia, e análise de dados", detalha Navarro.

Na entrega das chaves, as boas práticas também são adotadas. A equipe é treinada para aplicar o check-list e a vistoria é feita junto ao comprador (vistoria após o Habite-se, além de vistoria guiada). “Nosso compromisso é oferecer a melhor experiência ao cliente”, garante o coordenador.

Segundo o advogado e membro da Comissão de Direito Imobiliário e da Construção Civil da OAB Paraná, Alceu Nascimento, os vícios construtivos podem ser definidos, de maneira geral, como problemas que afetam o uso do imóvel, seja pela maneira esperada pelo proprietário, seja pelas qualidades especificadas nas normas técnicas. Especialmente na área legal, é comum "emprestar" a definição criada pela engenharia a qual é baseada na norma técnica da ABNT NBR 13752. "Ou seja: os vícios construtivos são anomalias que comprometem o desempenho de produtos ou serviços, podendo torná-los inadequados para o fim ao qual se destinam, causando transtornos ou prejuízos materiais ao consumidor. Portanto, podem decorrer de falha no projeto, ou da execução, ou ainda da informação defeituosa sobre sua utilização ou manutenção."

De acordo com Nascimento, em caso de identificação de vícios construtivos em uma obra, o proprietário tem o direito de ter o problema resolvido. “A forma de solução para essa questão se encontra tanto no Código Civil (Lei 10.406/02) quanto no Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90)”, ressalta.

Antes de questionar a responsabilidade do empreiteiro, porém, é preciso entender que os vícios construtivos podem ter diversas origens. Só depois dessa análise, é possível concluir que, quando existem vícios, a primeira medida é descobrir a origem deles. “Se for de projeto, a pessoa que deve apresentar a solução é o arquiteto;  se for de execução, aí é com o empreiteiro”, esclarece o advogado.

Nascimento reforça que é importante ter esse entendimento logo no início, pois, ainda que o Código de Defesa do Consumidor estabeleça uma ampla responsabilidade entre todos os fornecedores envolvidos na execução da obra, normalmente, é mais fácil conseguir uma solução rápida e adequada diretamente com o grupo de profissionais responsáveis pelo problema. “Ainda que haja uma judicialização do caso, a identificação da origem ajuda na condução de um processo eficaz”, pontua. De modo geral, segundo o advogado, constatada a existência de um vício construtivo de origem na execução da obra, o empreiteiro deve apresentar uma solução que promova a adequação aos critérios técnicos minimamente exigidos.

Por fim, Nascimento acrescenta que é bom entender que nem sempre um vício tem origem na execução da obra, podendo ser resultado de execuções erradas de manutenção (ou até mesmo a ausência de manutenção), tanto quanto de intervenções do próprio proprietário. “E mais. É preciso lembrar que todo material tem uma vida útil específica, portanto, a performance vai diminuindo com o tempo e, ao final, tudo deve ser substituído, mesmo que aos poucos, para se obter o mesmo grau de usabilidade”. O advogado recomenda que, para alongar a vida útil dos materiais, é necessário realizar manutenções periódicas. “Sua ausência ou execução fora dos padrões pode causar problemas nos imóveis. Um exemplo comum são as telas de proteção colocadas nas janelas, onde são fixadas por parafusos que facilitam a infiltração de água nas paredes externas, causando danos ao imóvel. Mas atenção: não se trata de vícios construtivos”.  

 

Sobre a Universidade Positivo

A Universidade Positivo é referência em Ensino Superior entre as IES do Estado do Paraná e é uma marca de reconhecimento nacional. Com salas de aula modernas, laboratórios com tecnologia de ponta e mais de 400 mil metros quadrados de área verde no campus sede, a Universidade Positivo é reconhecida pela experiência educacional de mais de três décadas. A Instituição conta com três unidades em Curitiba (PR), uma em Londrina (PR), uma em Ponta Grossa (PR) e mais de 70 polos de EAD no Brasil. Atualmente, oferece mais de 60 cursos de graduação, centenas de programas de especialização e MBA, seis programas de mestrado e doutorado, além de cursos de educação continuada, programas de extensão e parcerias internacionais para intercâmbios, cursos e visitas. Além disso, tem sete clínicas de atendimento gratuito à comunidade, que totalizam cerca de 3.500 metros quadrados. Em 2019, a Universidade Positivo foi classificada entre as 100 instituições mais bem colocadas no ranking mundial de sustentabilidade da UI GreenMetric. Desde março de 2020 integra o Grupo Cruzeiro do Sul Educacional. Mais informações em up.edu.br/

 Crédito: Freepik


 Identificar e dar espaço para potencialidades de cada estudante também é papel de professores

Dança e percepção foram alguns dos ingredientes usados pelo professor Janluca Miletta Souza, do Centro Municipal de Educação Professora Salete Aparecida Laude, no município de Novo Horizonte, São Paulo, para representar o Brasil na competição internacional Videos For Change. A combinação levou o projeto apresentado por ele e por três alunas da escola ao vice-campeonato e trouxe para ele uma certeza: é preciso identificar e dar espaço para os múltiplos talentos que se escondem na rede pública de ensino de todo o país.

Em apenas um minuto, o vídeo “Você, exatamente como é” debate a homofobia, o preconceito religioso e o preconceito contra pessoas com deficiência. Uma forma artística de falar sobre assuntos tão presentes no cotidiano das escolas brasileiras. “Quando fui chamado para participar do projeto, nunca imaginei que poderia chegar tão longe. Pedi algumas indicações para a coordenadora e, juntos, conseguimos encontrar a Ana Clara, a Vitória e a Ana Cibele, que já haviam participado de mostras de dança”, conta o professor de Educação Física. Chegar ao segundo lugar do concurso global é consequência de uma habilidade cada vez mais necessária entre os educadores: identificar e estimular talentos múltiplos.

Para Ana Paula Silveira de Carvalho, consultora pedagógica do Sistema de Ensino Aprende Brasil, utilizado no município de Novo Horizonte, onde está localizado o CME Professora Salete Aparecida Laude, esse tipo de incentivo é um fator fundamental para que as crianças e adolescentes consigam atingir todo o seu potencial. “A escola precisa criar espaços para que a criatividade, a inventividade e a imaginação dos estudantes se manifestem. Hoje em dia, ensinar é muito mais que apenas abordar os conteúdos formais”, afirma. A especialista lembra que muitas das profissões que serão ocupadas pela geração que hoje está nas escolas ainda nem existem. “É razoável pensar que, em um mundo em constante mudança, possibilitar que nossos jovens expressem suas vocações mais genuínas é uma forma de permitir que eles se tornem adultos e profissionais mais felizes no futuro”, completa.

Reconhecer talentos é aceitar a diversidade

“Temos maneiras diferentes de ser inteligentes e é na escola que precisamos aprender que podemos ser livres para ser inteligentes ao nosso modo. Ninguém é esquisito, mas sim diferente, e isso precisa ser valorizado desde cedo”, destaca a escritora e especialista em treinamentos de talentos e pontos fortes, Adriana Ferrareto. Ela pontua que, até os 18 anos, o cérebro vai formando a maior parte de suas sinapses. Isso significa que as conexões feitas até essa idade serão provavelmente as mais robustas e determinarão, em certo nível, a forma como os eventos são percebidos pela pessoa. Por isso, é importante deixar a criatividade fluir o mais livremente possível na infância e adolescência.

O papel dos professores é indispensável nesse sentido, afinal é na escola que as crianças passam a maior parte do tempo. O cofundador da Escola de Criatividade e especialista em marketing e inovação, Jean Sigel, afirma que a escola precisa dar vazão aos canais de expressão de cada estudante. “São inúmeras crianças com diferentes perfis, gostos, sonhos, habilidades e talentos. Isso está mudando, mas, infelizmente, a escola ainda padroniza muito os aprendizados e pouco extrai o melhor dos talentos de cada criança”, avalia. De acordo com o especialista, essa responsabilidade também pertence aos professores e é preciso desconstruir a ideia de que cabe a eles apenas passar os conteúdos que estão no currículo formal. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) também fala sobre isso. “O professor tem o poder imenso de tocar a vida das crianças e estimular seus potenciais. Ele precisa se enxergar como um polinizador e um estimulador. Não é preciso saber tudo, pode-se ouvir mais que falar, exercitar a escuta ativa e reconhecer-se como um guia”.

Segundo Sigel, uma escola mais diversa é, em si mesma, uma maneira de respeitar as muitas habilidades que cada criança carrega dentro de si. “É preciso incentivar as crianças porque elas ainda têm coragem, ainda experimentam, ainda exploram”, finaliza.

“Como reconhecer e valorizar jovens talentos na escola” é o tema do episódio 33 do podcast PodAprender, com Adriana e Jean. Todos os episódios do PodAprender estão disponíveis no site do Sistema de Ensino Aprende Brasil (sistemaaprendebrasil.com.br), nas plataformas Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts e nos principais agregadores de podcasts disponíveis no Brasil.

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Sobre o Aprende Brasil

O Sistema de Ensino Aprende Brasil oferece às redes municipais de Educação uma série de recursos, entre eles: avaliações, sistema de monitoramento, ambiente virtual de aprendizagem, assessoria pedagógica e formação continuada aos professores, além de material didático integrado e diferenciado, que contribuem para potencializar o aprendizado dos alunos da Educação Infantil aos anos finais do Ensino Fundamental. Atualmente, o Aprende Brasil atende 290 mil alunos em mais de 210 municípios brasileiros. Saiba mais em http://sistemaaprendebrasil.com.br/.

Créditos: Freepik



Evento será realizado entre os dias 25 e 28 de novembro, e contará com uma programação com shows musicais, teatro infantil, apresentações de dança, moda, gastronomia, oficinas de fotografia, DJ e empreendedorismo cultural


Os brasilienses já estavam com saudades. São com essas palavras que o Secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues, define a volta aos poucos da rotina do Setor Cultural Sul para poder receber intervenções artísticas e culturais. Exemplo disto é que entre os dias 25 e 28 de novembro, será realizada a primeira edição da Feira de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal que vai trazer arte, cultura e criatividade para o público candango, na área externa do Museu Nacional da República.

Organizada pela Associação de Educação, Cultura e Economia Criativa (AECEC), em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa, o evento também marca a reinauguração da praça do Setor Cultural Sul, que foi totalmente revitalizada. O evento contará com uma programação repleta de manifestações artísticas com shows, teatro infantil, dança, feiras de artesanato, gastronomia, moda, cultura afro, contação de histórias, literatura, exposições e oficinas de empreendedorismo cultural, fotografia e DJ.

Com entrada gratuita, a Feira propõe a retomada da economia criativa de Brasília e a valorização de identidades criativas, prestigiando trabalhos de artistas nacionais e brasilienses. O evento vai reunir nomes da cena local como Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, grupo Samba Urgente, Digão (Raimundos), Philippe Seabra (Plebe Rude), GOG, Bboy Samuka (breakdancer), Turko (grafiteiro), Realleza (rapper e cantora), Tio André (mágico), Flyer Companhia de Dança, e o Coletivo Cultural Favela Mob, entre outros. Vale destacar que o evento será transmitido ao vivo pelo YouTube, pelo canal da AECEC.

"Todos nós já estávamos com saudades de poder desfrutar ao vivo e a cores do que há de melhor da nossa cultura em um dos espaços mais tradicionais da capital, vão ser quatro dias de muita emoção e alegria. Estamos organizando com bastante cuidado este evento, vale destacar que nós vamos seguir todos os protocolos de segurança contra a Covid-19", explica o Secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues.

O ambiente será preparado para garantir acessibilidade a todo o público, incluindo adaptações e áreas reservadas para pessoas com deficiência e idosos. Valores sustentáveis como diversidade, redução do impacto ambiental e empreendedorismo local também compõem a proposta da primeira Feira de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

Confira a programação completa das intervenções artísticas

Quinta-feira (25)
15h - DJ Higor
16h - Cerimônia de abertura oficial da feira com a presença da imprensa e autoridades
18h - Apresentação de ballet
19h - Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro

Sexta-feira (26)
15h - DJ Ocimar
18h - Grafite ao vivo com Turko
18h - Roda de capoeira
19h - Apresentação de dança com Bboy Samuka
20h - Duelo de Rima
21h - GOG e Realleza

Sábado (27)
14h - Contação de histórias
15h - DJ
16h - Mágico Tio André
19h - Apresentação de dança de gafieira
20h - Valerinho Xavier e grupo Chorando à beça
21h - Samba Urgente

Domingo (28)
14h - Contação de histórias
15h - DJ Higor
16h - Mágico Tio André
17h - Apresentação de dança contemporânea com Flyer Companhia de Dança
19h - Digão (Raimundos) e Philippe Seabra (Plebe Rude)

Confira a programação das oficinas
As inscrições devem ser feitas pelo site ou app O Que Vem Por Aí

Quinta-feira (25)
8h - Oficina de fotografia
10h - Oficina de DJ
10h - Oficina de empreendedorismo cultural

Sexta-feira (26)
8h - Oficina de fotografia
10h - Oficina de DJ
10h - Oficina de empreendedorismo cultural

Sábado (27)
8h - Oficina de fotografia
10h - Oficina de DJ
10h - Oficina de empreendedorismo cultural

Domingo (28)
8h - Oficina de fotografia
10h - Oficina de DJ
10h - Oficina de empreendedorismo cultural

Expositores

Moda - Expositores: Sonho e Conforto, Nós de Amora, Adentro, Moda Fashion;

Artesanato e Artistas Plásticos: Impacto com Papelão, FP Quadros em Quilling, Maria Corujice, Zabeli Biscuit e Urakins Biscuit;

Literatura: Artesana jogos pedagógicos, Evaneide Arteira, Sinta Minha Poesia, Salada de Letras, Misabell Bazar, Celeiro Literário, Academia Aguaslindeses de Letras, Almub, Academia Olhos D'Água e Marília Mangueira;

Gastronomia: Los Cabrones, Dog do Bartô, Coffe Bike, Sabor da Bahia, Dr. Crepe, La Bamba, Doce Ninna, Bike Dog Artesanal, Ponto Burger;

Cultura Afro: Salão Estúdio África, Ilustra Preto, Somos Mais DF, Mundo Arte Afro, Cristiane Sobral, Meu Espaço Sagrado, Toque Africano, Afrikanus - Roupas e acessórios afro, Yalodê moda étnica, Tambor, arte moda e produção;

Serviço
Primeira edição da Feira de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal

Onde: Área externa do Museu Nacional da República - Setor de Diversão Sul, Eixo Monumental
Quando: 25 a 28 de novembro, quinta a domingo;
Horário de funcionamento: quinta e sexta-feira, 15h às 23h; sábado, 11h às 23h; domingo, 11h às 21h
Entrada gratuita;
Para mais informações: (61) 9 9199-9063 / 9 9514-5259

Serviço
Oficinas da Primeira Primeira edição da Feira de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal

Onde: Área externa do Museu Nacional da República - Setor de Diversão Sul, Eixo Monumental. Espaço vai contar com salas para as oficinas;
Quando: 25 a 28 de novembro, quinta a domingo;
Horário: 8h às 12h;
As inscrições devem ser feitas pelo site ou app O Que Vem Por Aí



Para quem gosta de festejar a virada de ano com muita animação e pagode, o Réveillon Vai ter Samba confirma a realização do evento que vai fazer com que o público comece o ano de 2022 cantando e dançando muito. No dia 31 de dezembro, sexta-feira, a partir das 21h, a Casa Lagoa (Clube da Caixa - Av. Otacílio Negrão de Lima, Nº 5, Pampulha, Belo Horizonte), será palco para os shows do Grupo Revelação, além de Hott, Marra Pura, Thiaguinho Lisboa e Dj Ed Barros. As vendas para a festa que é 100% open bar já estão disponíveis pelo site www.centraldoseventos.com.br.

O Grupo Revelação vai trazer para o Réveillon Vai ter Samba músicas conhecidas, como, Deixa Acontecer, Coração Radiante, Compasso Do Amor, Agora Viu Que Perdeu E Chora e, outros sucessos. Já o cantor Hott, conhecido pela sua irreverência e simpatia, também vai animar ainda mais o público com a mesclagem de grandes sucessos baianos e releituras do axé, como, Não Precisa Mudar, Cachorrada e outros hits.

Para não deixar ninguém parado, o grupo Marra Pura promete animar a virada de ano com sucessos, como, Dia dos Namorados, Qual Foi?, Pouco a Pouco, Fase Boa e outras canções. Com a mesma alegria de sempre, o cantor Thiaguinho Lisboa vai empolgar os presentes com as faixas, Nas Nuvens, Inúteis, Nada É Nada Mal, Horas Iguais e outras canções. Para embalar ainda mais a festa, o Dj Ed Barros chega com toda a sua energia para que o público comece o ano de 2022 em alto astral.


Réveillon Vai ter Samba

Local:  Casa Lagoa Eventos (Clube da Caixa - Av. Otacílio Negrão de Lima, Nº 5, Pampulha, Belo Horizonte, Minas Gerais)

Data: 31 de dezembro, sexta-feira

Horário: a partir das 21h

Shows: Grupo Revelação, Hott, Marra Pura, Thiaguinho Lisboa e Dj Ed Barros

Área de mesas: Kleber e Gustavo e Humberto

Valor dos ingressos:

Setor Vip Open Bar - R$120,00 (valor promocional)

Cerveja, vodka, energético, sucos, refrigerante e água liberados a noite toda.

Mesa para 4 pessoas Open Bar: R$800,00 (valor promocional)

Cerveja, vodka, energético, sucos, refrigerante e água liberados a noite toda, shows exclusivos, atendimento por garçons e acesso ao setor Vip. (a mesa será vendida apenas para 4 pessoas)

 



Livre de vírus. www.avast.com.

A cerimônia foi realizada na sede da PCDF, na manhã desta terça-feira (16)


 
A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) homenageou dirigentes da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) com Moção de Louvor pelos "relevantes serviços" prestados à sociedade durante a pandemia. A cerimônia foi realizada na sede da PCDF, na manhã desta terça-feira (16).

 
Fotos: Rogério Lopes.

O deputado Rodrigo Delmasso (Republicanos) foi autor da iniciativa e destacou a "atuação brilhante" das forças de segurança durante todo o período pandêmico. "É uma singela homenagem a cada um de vocês que colocaram a vida em risco para manter a sociedade em segurança", afirmou. As moções foram aprovadas em plenário por unanimidade.

O delegado-geral, Robson Cândido da Silva, um dos homenageados, agradeceu à CLDF, em nome de Delmasso, pelo reconhecimento do trabalho da PCDF. "Tenho muito orgulho de receber essa moção. Os nossos policiais são profissionais valorosos, que não arredaram o pé. Quando todos estavam dormindo, estávamos cumprindo a nossa missão", afirmou.

Também agraciada com a moção, a diretora do Instituto de Medicina Legal (IML), Márcia Cristina dos Reis, ressaltou que houve esforço "muito grande" para atender a sociedade durante a pandemia. "É muito gratificante este reconhecimento. Trabalhamos em um momento de muita tensão, tendo cuidado com os próprios servidores e oferecendo segurança aos usuários do IML".

O corregedor-geral da PCDF, Adval Cardoso de Matos, também comemorou a homenagem, destacando que trabalha "na melhor Polícia Civil do país", com nível ínfimo de irregularidades levadas à Corregedoria e com elucidação de todos os casos de grande relevância. "Estendo este reconhecimento a todos os profissionais de segurança. Os policiais foram guerreiros e o nosso trabalho não parou", ressaltou.

Segundo o diretor do Departamento de Polícia Especializada, Victor de Alencar Alves, a PCDF bateu recorde de apreensão de drogas e de prisões relacionadas a todos os tipos de crimes durante a pandemia. "Esses excelentes resultados com certeza foram considerados neste reconhecimento", afirmou.

Delmasso também disse que vai entregar moções nas delegacias "para todos aqueles que ficaram na ponta da lança protegendo a população". Ao todo, mais de mil policiais serão homenageados.

Veja a lista de todos os dirigentes contemplados:
  1. Delegado-geral da PCDF, Robson Cândido da silva
  2. Delegado-geral adjunto da PCDF, Benito Augusto Galiani Tiezzi
  3. Corregedor-geral da PCDF, Adval Cardoso de Matos
  4. Chefe de Gabinete do delegado-geral, José Werick de Carvalho
  5. Diretor do Departamento da Polícia Especializada, Victor Dan de Alencar Alves
  6. Diretor do Departamento de Polícia Circunscricional, Vicente Paranahiba Costa Neto
  7. Diretor do Departamento de Administração Geral, Silvério Antônio Moita de Andrade
  8. Diretor do Departamento de Inteligência, Tecnologia e Gestão da Informação, Saulo Ribeiro Lopes
  9. Diretor do Departamento de Atividades Especiais, Guilherme Lorentz Blank
  10. Diretor do Departamento de Polícia Técnica, Raimundo Cleverlande Alves de Melo
  11. Diretor do Departamento de Gestão de Pessoas, Fernando César Lima de Souza
  12. Diretor da Escola Superior de Polícia Civil, Yuri Pereira Fernandes
  13. Diretora do Instituto de Medicina Legal, Márcia Cristina dos Reis,
  14. Diretor do Instituto de Identificação, Simão Pedro Teixeira Albuquerque
  15. Diretor do Instituto de Criminalística, Emerson Pinto de Souza
  16. Diretor do Instituto de Pesquisa e DNA Forense, Samuel Teixeira Gomes Ferreira
*Com informações da Agência CLDF



ENACOND é o Encontro Nacional de Condomínios, um novo projeto realizado pelo Instituto Nacional de Condomínios e Apoio aos Condôminos - INCC, que promove em 2021 o 1º  Encontro Nacional de Condomínios , com o objetivo de apresentar soluções na gestão condominial e aproximar os síndicos, trabalhadores de condomínios, condôminos e fornecedores de produtos e serviços para condomínios

Com o objetivo de agregar conhecimento e proporcionar networking, o INCC, por meio da vice-presidência de Educação, Eventos e Comunicação, promove a primeira edição do  Encontro Nacional de Condomínios - ENACOND.

O Encontro Nacional de Condomínios - ENACOND é destinado a síndicos, subsíndicos, conselheiros, condôminos, empresários e profissionais do segmento, o evento conta com palestras sobre temas importantes, trazendo abordagens e soluções inovadoras para a melhoria da gestão dos condomínios, empresas especializadas em administração de condomínios, além de uma exposição de produtos e serviços para a área.

Perguntas fundamentais para o bom andamento de uma gestão condominial séria e eficiente integram a programação do Encontro Nacional de Condomínios.

Serviço: 1° Encontro Nacional de Condomínios - ENACOND  

Inscrições até o dia 18/11/2021: pelo LINKhttps://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdEEGYLFn_Psva6i8mUkh1QbAyVIG0sfcjrQ0hfUpoIoaY07g/viewform

Local de inscrições: Pelo link: AQUI ou pelo site do Instituto Nacional de Condomínios a Apoio aos Condôminos - INCC:  http://www.incc.com.br/

Dia do encontro: 19 de novembro de 2021, de 19h às 22h30

Local: Auditório do CEUB/TAGUATINGA Avenida das Araucárias, Rua 214 Lote 1/17, QS 1 - Taguatinga, Brasília - DF, 72025-120

Valor: 1 quilo de alimento não perecível

Mais informações: 61 99807-2015 (WhatsApp)

#Enacond
#Condomínios


No dia 11 de novembro de 2021, o ministro da educação, Milton Ribeiro, assinou uma Resolução que dobra o limite de venda do pequeno produtor para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).                

                       

O valor passa de R$20 mil para R$40 mil e beneficia os agricultores familiares, assentados da reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas, comunidades quilombolas, entre outros.


A compra institucional da agricultura familiar é parte de um processo que reconhece a necessidade de se pensar em uma forma de produção de alimentos que atenda às demandas nutricionais da população e garanta a evolução social e econômica dos agricultores familiares, a partir de formas alternativas de produção e comercialização de alimentos. Estas formas alternativas incluem a criação das cadeias curtas de produção e  comercialização, que aproxima a relação entre produtores e consumidores, fortalece as relações sociais, valoriza a diversidade produtiva e atende às necessidades das instituições públicas, possibilitando o acesso a alimentos saudáveis e de qualidade para a população, na perspectiva da promoção da segurança alimentar e nutricional.

 


A presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, CAPADR, deputada federal Aline Sleutjes também comentou a grande iniciativa federal "esse governo nos enche de orgulho, sempre com o olhar voltado ao agronegócio brasileiro, incentivando o pequeno produtor, ajudando na nutrição das nossas crianças e trazendo renda aos que necessitam, essas pautas deveriam ser mais divulgadas, não entendo o porquê da imprensa não divulgar esse tipo de iniciativa, as pessoas precisam saber que o governo não para, que o governo brasileiro está trabalhando incansavelmente em benefício de todos nós".


A ministra da agricultura Tereza Cristina afirmou que "a inclusão de gêneros da agricultura familiar no PNAE tem promovido uma importante transformação na alimentação escolar, ao permitir que alimentos saudáveis e com vínculo regional possam ser consumidos diariamente por estudantes das redes públicas de todo o Brasil. Ao mesmo tempo, garante mercado para esses produtores, o que promove o desenvolvimento econômico das comunidades".

 

Esse limite de venda do pequeno produtor para o PNAE estava há 10 anos sem reajuste, com o governo atual, a Caixa Econômica Federal também passou a conceder mais créditos para financiamentos da agricultura familiar, transformando a vida dos pequenos produtores. 


Evento será promovido pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e Fundação Instituto de Administração (FIA) amanhã; objetivo é discutir novos modelos de negócios a partir das inovações disruptivas e da agenda ESG  

 


 

O presidente e sócio da MESA Corporate Governance, Luiz Marcatti, será palestrante da MasterClass – Governança de empresas familiares em ambiente de alta complexidade, promovido pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e Fundação Instituto de Administração (FIA), nesta quarta-feira (17), a partir das 19h. O evento discute como se adequar aos novos modelos de gestão criados a partir das inovações disruptivas e da agenda ESG (governança ambiental, social e corporativa).

A MasterClass será transmitida ao vivo e gratuitamente pela plataforma Eventials (link abaixo), e contará com a abertura do superintendente do IEL, Eduardo Vaz, e com a mediação do professor Claudio Antonio Machado Filho, coordenador acadêmico da FIA.

Para Luiz Marcatti o evento oferece uma ótima oportunidade para trocar experiências e informações sobre as transformações no ambiente corporativo e a relevância de repensar as estruturas das empresas familiares. “É importante analisar as necessidades de promover ajustes nas práticas correntes dessas empresas, e como estabelecer a transparência das informações. Uma companhia que se posiciona voltada a cumprir as demandas de ESG, por exemplo, precisa fazer uma leitura clara sobre as demandas e as expectativas dos diversos públicos – investidores, clientes, colaboradores, entre outros”, declara.

 

Luiz Marcatti

Luiz Marcatti é administrador de empresas com especialização em Comércio Exterior e Marketing, é certificado em mediação pelo Instituto Familiae – SP e tem formação de Conselheiro de Administração pelo IBGC. Ao longo de 35 anos de experiência profissional, atuou como executivo do mercado financeiro com passagens pela área internacional do Banco Francês e Brasileiro e pela área comercial – varejo e middle market – do Banco Mercantil de São Paulo.

Há 19 anos atua como consultor voltado para a formação e desenvolvimento de executivos em projetos de gestão e governança corporativa. É membro das comissões de Capacitação e Recursos Humanos do IBGC e da National Association of Corporate Directors – USA. É também professor de Governança Corporativa nos MBAs da Business School São Paulo e da FIA – São Paulo, e membro independente de Conselhos de Administração. É ainda coautor do livro “Nos Bastidores da Educação Brasileira”.

 

MasterClass

A MasterClass é um evento de divulgação do curso Governança e Sucessão em Empresas de Controle Familiar, oferecido pelo IEL e pela FIA, com objetivo de capacitar sócios, herdeiros e gestores para integrar conceitos e práticas de governança e sucessão que propiciem a longevidade dos empreendimentos familiares. 

O evento é gratuito, as inscrições podem ser feitas no link: https://www.eventials.com/FIA/governanca-de-empresas-familiares-em-ambiente-de-alta-complexidade/

 

Sobre a MESA Corporate Governance

A MESA Corporate Governance trabalha a governança corporativa e familiar na dimensão humana do poder, dinheiro e afeto. A empresa é constituída por uma equipe de consultores especialistas e experientes que atendem às necessidades nos diferentes momentos de modernização de empresas de origem familiar ou multissocietárias, quer sejam de capital fechado ou com ações listadas em bolsas de valores. Também é filiada às seguintes entidades e instituições: AMCHAM Brasil, IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, ICGN – International Corporate Governance Network, FBN – Family Business Network e NACD – National Association of Corporate Directors.


Mesmo apresentando índices mais altos de doenças cardiovasculares e do aparelho digestivo, mais de um terço dos homens não faz cuidado preventivo




A campanha do Novembro Azul visa não apenas alertar sobre o câncer de próstata, mas também sobre a necessidade do cuidado preventivo com a saúde do homem. Segundo dados do Ministério da Saúde, 70% dos óbitos por doenças cardiovasculares e 88% dos óbitos por doenças do aparelho digestivo ocorrem em homens. Confira abaixo quatro mitos e verdades sobre a saúde masculina com fala do radiologista do Exame Imagem e Laboratório/Dasa Fabiano Arantes Ribeiro.

 

1.    Os homens realizam menos o cuidado preventivo do que as mulheres

Verdade. Mais de um terço dos homens não realiza consulta médica pelo menos uma fez no ano. O fator cultural está entre as principais causas isso. “Homens procuram o médico mais quando estão doentes, enquanto as mulheres fazer as consultas de rotina. É mais cultural entre elas, que fazem o exame do toque na mama, mamografias, exames de prevenção do câncer de colo do útero. Elas buscam esses exames e acabam fazendo outros e descobrindo de forma precoce as doenças”, conta o radiologista do Exame Imagem e Laboratório/Dasa Fabiano Arantes Ribeiro. “E esse é o segredo, detectar de forma precoce traz chances melhores no tratamento”, continua.

 

2.    Homens levam, em geral, um estilo de vida menos saudável do que as mulheres

Verdade. A Pesquisa Nacional de Saúde divulgada em 2020 pelo Instituto Brasileiro de Pesquisa e Estatística (IBGE) aponta, por exemplo, que o consumo abusivo de álcool é quase três vezes mais comum entre os homens, que também apresentam uma taxa mais elevada de tabagismo. “Na maioria das famílias atualmente os homens estão mais suscetíveis a fatores de estresse seja pelo trabalho ou pela responsabilidade financeira da casa, além de estarem mais suscetíveis ao consumo de álcool e cigarro. Isso mudou um pouco nos últimos anos, com as mulheres sofrendo cada vez mais com o estresse do trabalho, mas ainda é verdade”, diz Fabiano.

 

3.    O cuidado preventivo deve ser iniciado em idade avançada, a partir dos 50 anos

Mito. Essa é a recomendação para os exames contra o câncer de próstata, mas apenas para quem não possui fatores de risco. Homens que possuem histórico familiar de doenças na próstata devem iniciar antes, aos 45 anos. Já o cuidado geral com a saúde deve se iniciar junto com a vida adulta, a partir dos 20 anos de idade. Os exames de rotina ajudam no controle de fatores de risco como a hipertensão, diabetes e colesterol alto, que podem levar a doença cardiovasculares com consequências graves. O monitoramento desses fatores reduz consideravelmente a chance de desenvolvimento das doenças preveníveis.

 

4.    Os exames contra o câncer de próstata são os únicos que precisam ser realizados periodicamente

Mito. “Os exames de laboratório, que medem colesterol, índice glicêmico e outros indicadores, vão rastrear a saúde cardiovascular. Também é preciso fazer com certa frequência um eletrocardiograma e um teste ergométrico”, conta o radiologista Fabiano Arantes. “O câncer no aparelho digestivo também é comum em homens, então é preciso fazer a colonoscopia. Além disso, se o homem é fumante, precisamos incluir entre os exames o rastreio do pulmão com uma radiografia ou tomografia de tórax e investigar também a laringe”, finaliza.

Aplicativo V1.
Crédito: Ebraim Martini/Divulgação V1

Solenidade aconteceu no piso G5 do Shopping Estação, onde fica a loja física da startup

Foi lançado na última quarta-feira (10), em Curitiba, o aplicativo V1, serviço de aluguel de carros 100% digital e inédito no Paraná. Além de contar com o aluguel de veículos de forma on-line com diversas opções de veículos e até mesmo de meia-diária (12h) - algo raro dentre as locadoras tradicionais -, o aplicativo também oferece o serviço de veículos por assinatura. Ambos funcionam via aplicativo e já estão fazendo sucesso desde o ano passado na Grande Vitória (ES). O evento de lançamento foi realizado no piso G5 do Shopping Estação, onde fica a loja física da startup que pertence à Vix, braço de soluções logísticas do Grupo Águia Branca.

 A frota conta com mais de 100 veículos de vários portes que ficam espalhados por estações (pontos de retirada e entrega) em toda a cidade. Entre eles, os hatchs compactos 1.0 Fiat Uno, Chevrolet Onix (nos modelos Joy e LT), a minivan  7 lugares GM Spin, o sedan Toyota Corolla, a SUV Volkswagen T-Cross automática e dois veículos utilitários: a Fiat Fiorino Furgão e a pick-up Toyota Hilux 4x4. 

O processo de locação é simples. Após o download do app e cadastro inteiramente on-line, o cliente já pode selecionar a modalidade de aluguel e período de contratação. Após o cadastramento de um cartão de crédito válido, o aluguel é efetuado. Em seguida, basta encontrar o veículo no ponto de coleta selecionado, escanear o QRCode localizado no parabrisa e abrir a porta do carro via bluetooth direto do celular. O próprio cliente faz uma rápida checagem do estado do veículo, podendo, inclusive, tirar fotos de possíveis avarias. Por fim, é só desfrutar da comodidade e conveniência do carro V1, para depois devolvê-lo em uma das estações espalhadas pela cidade. 

ALUGUEL PELO TEMPO NECESSÁRIO

No caso do serviço de aluguel, o cliente pode retirar e devolver o automóvel em uma das estações V1 espalhadas pela cidade, além de contar com um serviço adicional exclusivo de leva e traz. Nesta modalidade, o cliente seleciona dia, horário e local e um funcionário V1 levará o automóvel para locação, assim como poderá buscá-lo quando a locação terminar. Nesse momento, o veículo passa por um serviço completo de higienização e desinfecção para que, a partir daí, possa estar disponível novamente na plataforma.

Durante o evento, o vice-presidente da divisão de logística do Grupo Águia Branca, Kaumer Chieppe, apresentou as vantagens do serviço: "Além de incentivar a mobilidade inteligente e promover novas experiências, oferecemos conveniência, comodidade e praticidade. Nossa missão é estar sempre à frente, criando soluções inovadoras e adequadas às demandas desse mercado em constante mutação. Com este serviço, trazemos ao mercado paranaense uma solução totalmente digital em aluguel de automóveis, sem fila, burocracia e com disponibilidade de aluguel imediato, a qualquer hora do dia. É um serviço ajustado às necessidades do usuário com autosserviço inovador e exclusivo, via aplicativo de celular”, destacou.

“Enxergamos a tendência do carsharing – compartilhamento de carros – como uma excelente alternativa para melhorar a mobilidade urbana, já que um único automóvel é usado por vários membros da mesma sociedade e apenas quando preciso. Desta forma, há menos circulação de carros nas ruas e melhor aproveitamento econômico, visto que os carros não ficam parados nas garagens para uso esporádico”, ressaltou  Kaumer.

"A frota V1 é formada por carros cuidadosamente selecionados, com menos de um ano de uso e inteiramente automatizada, já que o acesso ao veículo é realizado via QRCode e o motorista encontra as chaves no porta-luvas do automóvel. Outro serviço exemplar é o nosso cuidado com a higienização entre cada locação, assegurando uma entrega segura e de qualidade", complementou a diretora-executiva da Vix, Patrícia Chieppe.

A comodidade dos veículos por assinatura

Além do serviço de aluguel, o V1 também oferece a opção de assinatura mensal, uma tendência que se fortalece a cada dia, baseada no conceito de "uso" e não de "posse". Essa solução inovadora tem como objetivo proporcionar mais economia, segurança e facilidade na hora de conquistar um carro zero-quilômetro. 

Além de ser mais vantajoso financeiramente, essa modalidade elimina toda a burocracia que envolve a compra e a venda de um zero quilômetro, como documentação, desgaste de peças e desvalorização. No modelo de assinatura, o cliente tem a opção de escolher planos que variam entre um e dois anos, e entre 500 km e 2.000 km de franquia para rodar por mês. O pagamento é feito mensalmente no cartão de crédito e já inclui toda a documentação (IPVA, licenciamento e emplacamento), proteção, manutenção preventiva e revenda. Ao final do período, o veículo é devolvido e o cliente tem a opção de assinar um novo carro zero-quilômetro.

ESPAÇO V1

Em Curitiba, serão mais de 10 pontos de entrega e retirada dos carros, entre eles o Shopping Estação (piso G5), onde fica o espaço do V1, com a maior parte da frota. Além disso, as Estações V1 estarão espalhadas pela cidade, em locais como Postos Valência e Postos Curió. Para usar qualquer um dos serviços, basta fazer o download gratuito do app disponível para todos os sistemas operacionais. 

 

Mais informações:

http://app.andev1.com.br/

Endereço Loja V1 Curitiba: Shopping Estação - Piso G5 - Av. Sete de Setembro, 2775 - Rebouças

Telefone: 0800 721 1617

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