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A chegada de uma nova médica geriatra à unidade hospitalar reforça a atenção e o cuidado redobrado com os idosos

O Hospital Estadual de Formosa (HEF), continua aperfeiçoando a qualidade dos atendimentos oferecidos à população. Com foco nos idosos, a unidade acaba de lançar o projeto “Cuidar e AMparAR”. O objetivo é dar assistência e orientação os pacientes, mesmo depois que recebem alta do hospital.


O projeto conta com o atendimento de médicos e da equipe multidisciplinar do hospital nas internações e com o apoio da geriatra Ana Beatriz Manzoni, que chega para reforçar o atendimento e as orientações da continuidade do mesmo. A iniciativa surgiu em função do grande número de idosos que o hospital atende. Só no último semestre foram quase 800 pessoas.


Com o passar dos anos é comum o aparecimento de problemas de saúde, e o projeto “Cuidar e AMparAR” se dedica a ajudar para que essa etapa seja também uma boa fase da vida. Como forma de valorizar e preservar as experiências, histórias de vida e a sabedoria deste grupo, a médica geriatra realizará o tratamento contínuo e o acolhimento humanizado durante os atendimentos.


“É importante dar seguimento aos pacientes geriátricos que recebem altas. Assim nós acompanhamos de perto quaisquer alterações, podendo intervir caso tenha necessidade e melhorar a qualidade de vida dos nossos idosos”, afirma Ana Beatriz.


Envelhecimento saudável


O crescimento da população de idosos preocupa todos os segmentos da sociedade, pois demanda esforços para a garantia do envelhecimento de forma saudável.  Por isso, a unidade visa reforçar a importância de manter o bem-estar da terceira idade, explorando a ampliação da assistência nas áreas de geriatria e gerontologia - estudo do envelhecimento.


“O intuito é promover uma melhor qualidade de vida ao longo do envelhecimento, tornando possível captar de forma precoce o adoecimento, evitando futuras reinternações", explica Silviane Lopes, enfermeira e coordenadora do projeto.


Condições para encaminhamento


No último semestre, a unidade de Formosa registrou mais de 730 internações de idosos com idade superior a 60 anos. Para que a unidade continue prestando excelente atendimento à comunidade, o HEF estabeleceu alguns critérios que serão levados em conta para o encaminhado ao ambulatório. A ala atenderá os pacientes de Clínica Médica e de Enfermaria Clínica de Covid, sendo:


- Nonagenários (entre 90 e 99 anos);


- Idosos com três ou mais comorbidades e/ou uso de 5 classes distintas de medicamentos, excluindo HAS (Hipertensão Arterial Sistêmica - pressão alta) como comorbidade;


- Pacientes com perda de peso não intencional de 4,5kg ou 5% do peso nos últimos 6 meses ou 10% no último ano;


- Idosos frágeis e com agravos de saúde que aumentem o risco de desfecho adverso, com alto índice de hospitalização (mais de 3 internações ao ano e que representa risco de vida, como infartos, acidentes cardiovasculares, etc.);


- Idosos com déficit de memória e perda da funcionalidade;


- Doença de Parkinson, ou suspeita, com difícil controle do quadro clínico;


- Doença de Alzheimer, ou suspeita, avançada ou mal controlada com o tratamento;


- Suspeita clínica ou diagnóstico confirmado de quadros demenciais, com impacto nas atividades diárias do paciente;


“O HEF está muito feliz com o início do Ambulatório de Geriatria e do projeto “Cuidar e AMparAR”. Essa fase da vida requer muito zelo e amor, e essa ampliação na Clínica Geriatra trará grandes benefícios à sociedade.”, finaliza Vânia Fernandes, diretora do HEF.

Ainda no hospital, os profissionais de saúde realizam o teste da orelhinha nos recém-nascidos para verificar audição

Manter a saúde auditiva é muito importante para crianças, jovens, adultos e idosos e neste 10 de novembro, Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez, os hospitais do Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento – IMED –  no interior de Goiás se unem à campanha sobre a conscientização e prevenção da surdez.


Política de saúde pública, a triagem neonatal auditiva, mais conhecida como “teste da orelhinha”, é realizada pelos profissionais de saúde nos recém-nascidos ainda nas maternidades dos Hospital Estadual de Formosa (HEF) e Hospital Estadual de São Luís dos Montes Belos (HESLMB), unidades geridas pelo IMED. O exame ajuda a descobrir se o bebezinho tem a audição saudável.


A deficiência auditiva, que atinge cerca de 10 milhões de pessoas no Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pode ocorrer por condução: imobilização de ossos do ouvido, infecções ou até mesmo acúmulo de cera de ouvido, ou ainda como surdez de cóclea: causada por viroses, propensão genética, exposição a ruídos de alta intensidade e uso de medicamentos e drogas prejudiciais ao aparelho auditivo como antibióticos tóxicos.


Procure o serviço de saúde para acompanhar possíveis perdas auditivas. A prevenção à surdez passa por medidas como a redução de ruídos, opção pelo volume mais baixo em aparelhos sonoros e fones de ouvido, cuidado com objetos pontiagudos e quaisquer outras coisas que possam ser inseridas no canal auditivo. Os tratamentos disponíveis utilizam medicamentos, cirurgias e uso de aparelho, dependendo de cada caso e da recomendação clínica.


“É importante cuidarmos da saúde auditiva desde cedo, por isso é fundamental a aplicação do teste da orelhinha nos recém-nascidos ainda no hospital. É uma medida simples e que pode fazer a diferença na vida da criança”, afirma o diretor do IMED, Getro de Oliveira Pádua.


A “live” Amor Cantado – Acolhimento Musical –, é transmitida para o HEF, HESLMB, Hospital Estadual de Luziânia (HEL) e Hospital Estadual de Trindade (Hetrin) e também para todos os expectadores pelo Youtube. “Temos de estar atentos aos sinais de problemas auditivos e buscar ajuda médica se isso acontecer” disse Hercílio Ramos, engenheiro e cantor voluntário do projeto Amor Cantado.

Programa desta quarta-feira (3) foi dedicado à Campanha Novembro Azul

Instituições em todo o país começaram nesta semana o alerta para que os homens procurem realizar os exames necessários à prevenção do câncer de próstata. A iniciativa faz parte da campanha Novembro Azul, celebrada em vários países do mundo, desde 2003. No Brasil, o movimento foi iniciado pelo Instituto Lado a Lado Pela Vida e hoje faz parte do calendário oficial do Ministério da Saúde.


Em Goiás, os Hospitais Estaduais de Formosa (HEF), Luziânia (HEL), São Luís dos Montes Belos (HESLMB) e Trindade (Hetrin), geridos pelo Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento – IMED, deram início as ações do movimento com uma live especial do projeto Amor Cantado – Acolhimento Musical.


“Temos um papel muito importante na sociedade que vai muito além dos atendimentos realizados nos hospitais. Precisamos levar informação às pessoas e conscientizá-las da melhor forma possível”, afirmou Getro de Oliveira Pádua, diretor do IMED.


Com uma camiseta azul, o engenheiro e voluntário Hercílio Ramos Júnior, falou sobre a importância de procurar por especialistas para realizar o diagnóstico precoce, já que os sinais começam a aparecer apenas quando a doença já está avançada. “Muitos homens, com a pandemia, deixaram de buscar orientação médica. Agora é o momento. A prevenção pode salvar vidas e temos por obrigação disseminar essa mensagem”, orientou.


Prevenção


O câncer de próstata é um tumor que afeta a glândula localizada abaixo da bexiga e que envolve a uretra. No Brasil, esse tipo de câncer é o segundo mais comum entre os homens. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o país registrou cerca de 65.840 novos casos em 2020. A detecção precoce da doença pode salvar vidas. O diagnóstico em fase inicial possibilita uma maior chance de tratamento bem-sucedido.


Essa detecção pode ser feita por meio de investigação come exames clínicos, laboratoriais, endoscópios ou radiológicos. No caso específico do câncer de próstata são indicados os exames de toque retal e sangue para avaliar a dosagem de PSA (antígeno prostático específico).  


“Existe um tabu muito grande entre os homens em relação à prevenção do Câncer de Próstata. Precisamos desmistificar isso por meio da informação e vamos continuar fazendo isso com nosso projeto Amor Cantado”, disse Ramos.


Além do da live, durante o mês de novembro, os hospitais administrados pelo IMED distribuirão cards e comunicados digitais para compartilhar informações sobre o tema e fitas azuis. Além disso, realizarão palestras de conscientização para todos os profissionais. 

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